Acho que nunca vou me acostumar com a perda, nunca vou conseguir agir naturalmente vendo tudo indo embora, nunca vou conseguir dizer que de certa forma foi bom, nunca. E agora vem você me propor sair de perto de mim, pra nunca mais, ou poucas vezes nos vermos, isso não desce na minha garganta, isso não se dilui no meu coração, na minha mente; E eu que julgava ser forte, eu que pensava nunca mais chorar, eu que pensava que já teria vivido de tudo, estou aqui mais uma vez, escrevendo as lágrimas que estão descendo, e esperando você dizer que não, não vai me deixar. de novo;
mais uma vez escrevendo coisas que ninguém vai ler. Queria falar um pouco sobre o que eu sinto, porque sempre deixo pra depois, e os sentimentos mudam muito rápido. Eu não consigo acreditar em ninguém, sempre vou questionar o outro lado do assunto, prefiro fatos concretos que simples desconfianças, se eu acredito em algo, quero algo concreto, algo tático pra findar minhas duvidas. Não consigo ver beleza na natureza, não gosto de plantas, nem de fenômenos da mesma. Não gosto de pessoas barulhentas, nem de coisas, lugares barulhentos. Odeio que duvidem ou me questionem, não gosto de dar explicações sobre meus atos, nem de obrigações. Odeio compromisso, odeio incompreensão. Acho que uma pessoa que não se respeita não merece respeito. Como qualquer mortal, tenho milhares de sonhos, dentre eles ter uma familia, cuidar de crianças, ter um cachorro, uma casa, uma pessoa pra dividir meus problemas e sorrisos, alguém que me diga o que fazer pra melhorar, alguém que queira meu bem. E outros sonhos mais impossíveis, como viajar o mundo e conhecer cada pedacinho, cada pessoa, cada lugar. Não tem nada que me faça mais feliz que ver grandes historias de vida, como de grandes escritores, ou simples pessoas trabalhadoras que lutam pelo seu lugar ao sol. Acho que devido à minha vida, que não foi nada fácil, não em termos de não ter alguma coisa, de me faltar algo material, pelo contrário, isso sempre tive e muito; O que me faltou mesmo foi felicidade, sempre tive problemas que crianças da minha idade nem saberiam o que eram, minha infância, passei mais tempo cuidando dos meus pais que brigam sem parar e da minha mãe que tem várias doenças, dentre elas Transtorno Bipolar, ela é dependente de remédios 24 horas por dia, e foi o que eu mais fiz na minha infância, tentar consolar ela, e minha irmã mais nova, isso não vem ao caso. Tenho muito medo de dizer que amo alguém, mesmo sendo verdade; odeio criar expectativas nas pessoas e odeio mais ainda desaponta - las. Meu maior medo, atualmente, é perder meus pais, não sei dizer, nem explicar, a proteção que eles me dão. Minha banda preferida é Fresno, pra mim são tudo, minha vida, e digo isso sem medo; Amo rock, rock bom, rock velho, não gosto muito é de metal, na qual não se dá pra ouvir a voz do vocalista.. Ah, eu amo vozes, roucas, finas, grossas, acho um charme. Sorrisos também me encantam, na verdade encontrei poucos com o perfil da minha preferência, mas eu amo. Odeio pessoas que não respeitam o pais em que vivem, o idioma que falam, escrevem, e acho um desrespeito escrever a grafia errada, mas acho que não sou ninguém pra julgar, e sempre antes de falar de alguém, penso nos seus motivos e razões para cada ato... se alguém não gosta de mim dou maior apoio, não sou ninguém mesmo, e por isso procuro ser. Ainda vou escrever um livro, e outro e outro e outro, adoro livros sobre historias reais e biografias. Amo escrever, mas tenho certo medo do que vão pensar, eu me importo muito com a opinião alheia e muitos dizem que isso é meu pior defeito, mas acho que devemos fazer cada um o que manda seu instinto, o que mais seus costumes.
Assinar:
Comentários (Atom)